sábado, 19 de outubro de 2013

100 anos de Vinicius de Moraes






Hoje, dia 19 de outubro de 2013,  o  pai da música mais famosa do brasil " Garota de Ipanema", o poeta Vinicius de Moraes estaria fazendo 100 anos. 

A dica é o livro recém lançado da amiga Edith Gonçalves, POIS SOU UM BOM COZINHEIRO, com receitas de comidas do poeta.

Aqui a resenha do Jornal a Folha de São Paulo:
http://www1.folha.uol.com.br/comida/1144148-livro-de-dieta-desbanca-bestseller-erotico.shtml












Hoy, el padre de la más famosa  música brasileña " Garota de Ipanema" , el poeta Vinicius de Moraes sería completar 100 años de vida.

Edith Gonçalves no lançamento de sua produção o livro de receitas do poeta 



 La recomendación es el libro recién publicado, de la amiga Edith Gonçalves, PORQUE SOY UN BUENO COCINERO con recetas del poeta.




quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Em São Paulo exibição do premiado filme chileno "O Direito de Vive em Paz" !

Dica 






Para ouvir a entrevista da jornalista e diretora Carmen Perot, clique aqui 




O Projeto Cine Bijou, produção do núcleo de memória de São Paulo, exibirá o premiado filme "O Direito de Viver em Paz"(El Derecho de Vivir en Paz), da Chilena Carmen Luz Parot, domingo, dia 20 de outubro, às 15hs.

O evento contará com a participação da própria cineastra que fará um debate com o público após a exibição  do então inédito filme no território nacional,   que conta a trajetória do canto popular Victor Jara- ícone da nova canção chilena- assassinando durante o regime miliar chileno. 

A entrada é limitada e quem quiser participar deve se inscrever através do e-mail- contato@nucleomemoria.org.br





“El Derecho de Vivir en Paz”


Direção:  Carmen Luz Parot

Produção: Chile, 1999

Data: 20/10/2013

Horário: 15h

Local: Teatro Studio Heleny Guariba 
(antiga Sala Sergio Cardoso do Cine Bijou), Praça Roosevelt 184.

Sessão gratuita (lotação: 80 lugares): inscrições exclusivamente pelo 
e-mail contato@nucleomemoria.org.br

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Da Cor à Cor Inexistente- Israel Pedrosa é um artista plástico ou um poeta das cores ?


NOTA DE FALECIMENTO


E numa segunda de carnaval, soube agora, que perdi um amigo querido que herdei de meu pai. Um dos grande nomes da pintura brasileira, discípulo e amigo do Portinari, foi pracinha e lutou pelo país na segunda guerra.


Israel Pedrosa foi pintor, professor, pesquisador, historiador de arte e um ótimo papo. A sua vida é uma aula de história. Incrível a sua intimidade e simplicidade ao falar de pessoas
...com as quais conviveu como Sartre, Guimarães Rosa, e diversos outros nomes integrantes também da Internacional Socialista. Sim, Israel era comunista convicto. Digno e brilhante. Cursou a École National e Superieure dês Beaux Arts. Foi o fundador da Cadeira de História da Arte na UFF, consultor ad hoc do CNPq. Foi um dos vencedores do Prêmio Thomas Mann, instituído pela Embaixada da República Federal da Alemanha e União Brasileira de Escritores. Recebeu diversos prêmios em vida.


É o autor de O Brasil em cartas de Tarô, série de 22 telas tendo figuras reais e míticas de nossa História como arcanjos maiores.
Em 1996, foi condecorado com a Ordem do Rio Branco.


Seus trabalhos estão distribuídos nos acervos do Museu Nacional de Belas Artes, nos Museus de Arte Moderna do Rio de Janeiro e São Paulo, no MASP 


É autor do clássico " Da Cor à Cor Inexistente" , e dos livros "O Brasil em Cartas de Tarô", "O Universo da Cor" e "Na Contramão dos Preconceitos Estéticos da Era dos Extremos".


Nos últimos 20 anos se isolou para pintar réplicas de quadros célebres e pesquisar sobre os últimos 500 anos da arte ocidental, para o livro Dez Aulas Magistrais. Recebia poucas pessoas e sempre me orgulhei de ser uma delas. Começávamos nosso papo sobre arte que aos poucos se tornava uma aula de política, de história. Registramos algumas dessas conversas/depoimentos. O seu olhar de alegria ao me ver, o abraço carinhoso, era uma extensão de nossos almoços regados a vinho, risadas e muito conhecimento. Ano passado ele me honrou com o convite para promover uma exposição de sua obra derradeira, as "Dez aulas Magistrais".
Heloisa Helena Costa e o Marquinhos estão tocando isso. 


E Israel partiu discreto, ao seu jeito. Está agora sepultado próximo ao meu pai e outros amigos deles.Nós, amigos e parentes, iremos homenageá-lo sempre. Até breve meu amigo e mestre Israel Pedrosa.

Kiko Fernandes.





A nossa dica é para os apreciadores de artes plásticas.

Entrando no mundo fascinante 

de Israel Pedrosa 






Este  vídeo foi inspirado em um capítulo do livro  Da cor à cor inexistente 

Vale conhecer a obra de Israel Pedrosa. Se der sorte poderá ver pelas galerias do mundo, alguma exposição deste artista plástico/escritos/poeta das cores. Ou através de seu best seller "Da cor à cor inexistente" que aborda o desenvolvimento da teoria das cores desde Da Vinci, passando por Newton, Goethe, Maxwell e Chevreul, entre outros estudiosos, e trata de temas como harmonização das cores, mutações cromáticas e cor inexistente (...)




"Na lida da casa, uma mulher estendeu no varal três lençóis brancos”. Então, sobre o branco, espraiou-se intenso violeta. Para o pesquisador, a intuição de um fenômeno físico. Para o artista, o êxtase cromático. O pintor busca e encontra o “além-da-cor”. Realiza o além-da-forma. O além-da-técnica. 



Recentemente empossado na Academia Brasileira de Artes, em setembro de 2013, o querido amigo da Rede Latitudes, Israel Pedrosa formou-se na Escola Superior de Belas Artes de Paris e se tornou discípulo e colaborador de Cândido Portinari

O artista Israel Pedrosa e o filho do seu mestre Cândido Portinari


Ao longo de sua estrada o artista fez um intenso estudo sobre as cores descobrindo que o efeito dos movimentos, a partir das cores básicas, surge aos olhos a tal cor inexistente.



Em maio de 2013 Israel fez uma exposição em São Paulo onde logo na entrada, o visitante se surpreendia com uma curva de filetes nas três cores primárias: vermelho, amarelo e azul. À medida que a pessoa caminhava, a peça mudava de cor, revelando o nome da exposição “O nome da cor”.



Em suas palestras Pedrosa costuma explicar didaticamente o princípio da percepção das colorações. Israel ainda exibe a instalação “Cor das Coisas”, uma sequência de fotos e um sistema de roldanas coloridas com uma espécie de máscara, que convida o visitante a testar sua sensibilidade cromática, alinhando fotos da natureza a diferentes paletas e cores, exibindo também painéis interativos touch screen, em que se pode misturar, comparar cores e até mesmo pintar.


Pedrosa e o escritor Affonso Romano de Sant`Anna

Segundo a especialista Mirian De Carvalho: “A produção artística de Israel Pedrosa entrelaça instâncias poéticas e resultados de pesquisas científicas por ele iniciadas a partir da visão da Cor Inexistente (...)







Para Mirian que é Doutora em Filosofia, professora de Estética da UFRJ: “na pintura de Pedrosa, a cor eclode diversificando-se. Diversificando áreas neutras ou matizadas. Vivendo a singularidade do diverso. Ressaltando tonalidades., captando nuanças. Os lugares cromáticos revelam cores em transparência, ou compactadas, ultrapassando o fechamento implícito à forma. (...) a Pintura não se reduz a esquemas demarcadores da “forma”. Atuando no plano sensível, as poéticas da cor nascente des-marcam espaços, para criar sentidos enfatizados na dialogia do colorido, originando lugares nascentes. Lugares expressivos de sutis diferenças de valor e tonalidade. Atentos aos desígnios do poético, percebemos que, através do controle dos fenômenos perceptivos, Pedrosa encontra a linguagem singular e múltipla do universo cromático, transcendendo o fenômeno físico”.



Mirian de Carvalho (Brasil). Doutora em Filosofia, professora de Estética da UFRJ, membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte e da Associação Internacional de Críticos de Arte. Contato: mir3@infolink.com.br.







Vale conocer el trabajo de Israel Pedrosa. Si tiene suerte, puede ver las galerías del mundo, algunos de exposición de este artista / escritos / colores poeta. O a través de su best-seller "De la Color a Color inexistente", que se ocupa del desarrollo de la teoría del color de Da Vinci, a través de Newton, Goethe, Chevreul y Maxwell, entre otros académicos, y se ocupa de cuestiones como la armonización de las mutaciones de colores, y el color de cromaticidad inexistente (...)



em raros momentos com a imprensa 


"En casa, una mujer tendido en el tendedero  tres sábanas blancas. Así, en blanco, desbordado violeta intenso. Para el investigador, la intuición de un fenómeno físico. Para el artista, el éxtasis cromático."







Recientemente titulado en la Academia Brasileña de Artes, en septiembre de 2013, el querido amigo de la Red Latitudes, Israel Pedrosa, es  ​​gradado en la Escuela de Bellas Artes de Paris e discípulo y colaborador del famoso pintor Cândido Portinari. 



A lo largo de su camino el artista hizo un estudio intensivo de los colores.  Ao estudiar los movimientos de los colores a través de los colores básicos, descubrió que se formó un nuevo color, sin ilusión óptica, nasciendo entonces el termo De la color a color ausente.  





En mayo de 2013, Israel hizo una presentación en São Paulo, donde en la entrada, el visitante se sorprende con una curva de filetes en tres colores primarios: rojo, amarillo y azul. A medida que la persona se acercó, la pieza iba a cambiar de color, mostrando el nombre de la exposición "El nombre del color."





En sus conferencias Pedrosa explica el principio de la percepción de las coloraciones. Israel sigue mostrando en sus instalaciónes "Color de las Cosas", una secuencia de fotos y un sistema de poleas con una especie de máscara de color, que invita a los visitantes a probar su sensibilidad al color, la alineación de la fotografía de naturaleza diferente y paletas de colores. También se exhiben paneles de pantalla táctil interactiva, donde se pueden mezclar, combinar colores e incluso pintar.


Según la expert Mirian De Carvalho: "La producción artística de Israel Pedrosa entreteje instancia poética resultados de la investigación científica que elle comenzó a partir de la visión de color qué no existe (...)







Mirian de Carvalho (Brasil). Doctor en Filosofía, profesor de Estética de la UFRJ, miembro de la Asociación de Críticos de Arte y la Asociación Internacional de Críticos de Arte. Contacto: mir3@infolink.com.br.





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