terça-feira, 19 de julho de 2016

Pintura e Literatura made in Floresta Amazônica


Curumim Chama Cunhantã Que Eu Vou Contar

(Jorge Bem Jor) 




Você sabia que la longe na Normandia, não, não é a região francesa, mas, na aldeia Raposa Serra do Sol/ Roraima, um curumim da etnia Macuxi pintava e contava histórias da sua tribo muito bem?

Jaider da Silva Esbell começou a dar as suas primeiras pinceladas e escrever as  histórias de sua aldeia- que seu avô lhe transmitia-  ainda pequeno. 

Em 1994, recebeu o seu primeiro prêmio em um concurso de desenho entre catequistas indígenas na aldeia Kanauanin, Cantá, RR.



Motivado em manter os saberes nativos, este índio vem desenvolvendo arte-educação nas escolas indígenas e não indígenas. Com isto, Esbell ganhou uma bolsa de estímulo à produção literária (FUNARTE/MinC),  em 2010, nascendo então o livro “Terreiro de Makunaima – Mitos, Lendas e Histórias em Vivências” (2012) e, realizou a exposição “Cabocagem – O Homem na Paisagem”, de pinturas e obras, de alunos que participaram de oficina na escola indígena.


Em paralelo, ele começou a desenvolver pintura em acrílica sobre tela. Juntando todas as suas vertentes artísticas a “Mostra Jaider Esbell de Artes Integradas” se formou numa exibição "multimídia", unindo literatura, pintura, fotografia e vídeos poéticos. Essa exposição realizada em sua terra natal, fez dele o indio avangard da tribo. 

Ainda em 2012, participou da exposição “Reflexos da Ancestralidade”, em homenagem aos povos indígenas, na Universidade do Estado Rio de Janeiro – UERJ, Rio de Janeiro, RJ.


Apontando a sua flecha para alvos mais distantes, nosso poliVALENTE ;-) conquistou a América. Em 2014 foi professor auxiliar de língua portuguesa e cultura brasileira, em Pitzer College e ministrou palestra- Indigenous Peoples and Contemparary Arts- The World as a Common Place, na Universidade da Califórnia, ambos nos Estados Unidos.

Esbell, contudo, não esqueceu as suas origens, num mesmo ano ele, por exemplo, ele foi de Mesa Redonda sobre Contemporary Amazon Arte, também, no Pitzer College à exposição  “A Árvore de Todos os Saberes”, na Comunidade Sikamabiu, TI Yanomami, em Roraima.



Cansou? Ele não. Quebrando o paradigma que índio é preguiçoso, nosso guerreiro das artes participa desta edição do PIPA, 2016. Criado em 2010 para ser o mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais, se tornou após seis anos a principal plataforma de pesquisa sobre a arte contemporânea brasileira.


Uma iniciativa do IP Capital Partnes, IP Global e o MAM- Rio, o PIPA premia anualmente artistas que já vem se destacando por seus trabalhos, já conhecidos no mercado de arte brasileiro (Fonte oficial) 

ANAUÊ!!

Então, vamos mostrar que índio não quer só apito, votando aqui: http://www.premiopipa.com/pag/jaider-esbell/

SAIBA MAIS AQUI: 








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Espanhol



Usted sabía que fuera en Normandía, no es región francesa, pero el pueblo de Raposa Serra do Sol- de etnia makushi-  en la Amazonia brasileña,  uno  pequeño indio pintado y contado historias de su tribu, muy bien?


Jaider Esbell da Silva, comenzó a dar sus primeros pinceladas y escribir las historias de su tribo, que su abuelo transmite, todavía pequeño. En 1994, recibió su primer premio con el arte en un concurso de diseño entre los catequistas indígenas en el pueblo Kanauanin, Amazónia


Motivados en mantener el conocimiento nativo, este indio ha sido el desarrollo de la educación artística en las escuelas indígenas y no indígenas. Con esto, Esbell ganó una beca de estímulo a la producción literaria (FUNARTE / Ministerio de Cultura) en 2010, lo que resultó en el libro "Terreiro de Makunaima - Mitos, leyendas e historias Experiencias" (2012) y llevó a cabo la exposición "Cabocagem - El hombre en la paisaje"- pinturas y obras de los estudiantes que participaron en el taller de la escuela indígena.


En paralelo, al mismo tiempo, comenzó a desarrollar la pintura en acrílico sobre lienzo, así como mantenido la exposición "muestra Jaider Esbell Artes Integradas" expresión "multimedia" - Literatura, pintura, fotografía y vídeos poético en su tierra natal , Normandía / RR.

En 2012 participó en la exposición "Reflejos de ascendencia", en honor de los pueblos indígenas, la Universidad del Estado de Río de Janeiro - UERJ, Río de Janeiro, RJ.



Apuntando su flecha a objetivos más distantes, nuestro multiusos;-) ganó la América. En 2014 fue profesor asistente de la cultura portuguesa y brasileña, en el Programa de Intercambio de Pitzer College y, en el Latin American Studies, dio una conferencia sobre pueblos indígenas y contemparary artes- The World as a Common Place, en la Universidad de California - San Bernardino, EE.UU..


Esbell pero no olvidan sus orígenes en el mismo año que va desde - Conferencia en la mesa redonda de Contemporary Amazon Arte, en Pitzer College/ Claremont/ CA, EUA, a la exposición de arte / proyecto itinerante "El Árbol de todo conocimiento", la Sikamabiu Comunidad, TI yanomami, RR.


Cansado? Él no. Romper el paradigma de que la India es perezoso, nuestro guerrero de las artes participar en la séptima edición del  PIPA, 2016. Creado en 2010 para ser el premio más importante de Brasil para las artes visuales, se convirtió después de seis años en la principal plataforma de investigación sobre arte contemporáneo brasileño.

Una iniciativa IP Partnes capital, IP Global y MAM Río, PIPA otorga anualmente artistas que ya se ha destacado por su trabajo, conocidos en el mercado del arte brasileño (fuente oficial)



vamos a apoyarlo, 
 votando aquí