sexta-feira, 26 de maio de 2017

Soundpainting Rio

Sexta-feira é dia de música

SOUNDPAINTING



Ao realizar um concerto em Nova Iorque, em 1974, o maestro e compositor Walter Thompson sentiu a necessidade de se comunicar com os seus músicos e através de sinais simples, apontado para cada um, obter o que queria. 

A parti de então, o regente foi desenvolvendo e aprimorando os seus códigos em sinais e em dois anos criou o projeto poeticamente chamado de Soundpainting, ou "pintando o som". 




Através de sinais, que são divididos em duas categorias- uma para denominar que material usar e a outra que som/ efeito emitir, ele rege uma multidisciplinar orquestra (músicos, bailarinos, poetas, artistas plásticos e platéia) compondo ao vivo para preencher imagens de filmes exibidos in loco. 
Isso, de alguma forma lembra o inicio do cinema, quando os filmes sem áudio, cinema mudo, eram acompanhados por música ambiente, executada por orquestras que ficavam nas coxias, ou por pianistas  e instrumentistas para dar a sonorização a projeção. 





Abaixo a explicação do pai da bagunça:






SOUNDPAINTING RIO





Agora com cerca de 1 200  sinais que já estão decifrados por vários artistas de distintas expressões, o Soundpainting vem se espalhando e no Rio de Janeiro quem levanta a batuta é o nosso amigo Taiyo Jean Omura e sua Soudpainting Rio que vem fazendo concertos na capital fluminense e na antiga capital também, em Niterói. 



Taiyo em ação


Ontem, dia 25 de maio de 2017, no Cine Arte UFF, Taiyo selecionou o filme " As Aventuras do Príncipe Achmed", animação de 1926 dirigida por Lotte Reiniger para sonorizar ao vivo com sua orquestra. Em uma hora de bilheteria aberta os ingressos, que eram gratuitos, esgotaram. 
Taiyo é o de branco, claro




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