quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

90 Tons de Jobim



Por Duda Fernandes















Ele é carioca, ele é carioca... basta o jeitinho dele andar
 e ninguém tem carinho assim para dar. 












E sendo hoje dia de homenagear Tom Jobim que se vivo fosse estaria completando 90 anos, não vamos ser mais um a expor sua biografia ou ter a presunção de analisar a sua música, deixemos para quem é especialista no assunto. Porém, amante e da bossa-nova, não podemos tão pouco deixar a data em vão.




Segue então a dica do CD que recomendo terem em suas prateleiras:

Man From Ipanema





Uma palhinha aqui:


 É para os viciados em Tom, são 3 CDs com os melhores parceiros Stan Getz, Astrude Gilberto, Elis Regina (com direito a bate papo dos dois), ... só a nata do vocal e instrumental.

Para você ter uma ideia ha 3 versões de Desafinado, Garota de Ipanema, Corcovado, Insensatez e Vivo Sonhando... Por isso a advertência,  é para VICIADOS, não serve como musica de fundo (seria uma heresia), é para ouvir degustando cada nota, cada acorde, cada instrumento, ok? 



Como vídeo/ show eu destaco os interpretes gringos, porque os parceiros conhecidos todos aqui ja conhecem.

Vamos la:























terça-feira, 24 de janeiro de 2017

A saída dos EUA da TPP pode estreitar parceria do Mercosul com a União Européia



 (Foto: Kevin Lamarque/Reuters)




A repercussão da retirada dos EUA do Parceria Transpacífica, realizada ontem, dia 23 de janeiro de 2017, por Donal Trump, vem causando reações curiosas e antagônicas. Para a imprensa brasileira esta saída do acordo milimetricamente criado por Obama justamente para conter o avanço comercial da China, criando proteção trabalhista, ambiental e de patentes, pode ser favorável ao Brasil e claro a própria China. 

A imprensa dos Estados Unidos expõe que empresários e políticos republicanos, do partido de Trump, veem reagindo negativamente, alertando que isso pode enfraquecer o poder de competitividade dos produtos internos, visto que muitos são manufaturados em outros países por um valor mais barato.

As grandes empresas acham que  Trump está minando sua capacidade de vender para a grande maioria dos consumidores do mundo. Os republicanos têm apoiado o livre comércio, e agora eles estão divididos entre um presidente protecionista e uma comunidade empresarial que vê a posição de Trump como uma realidade separada, onde a nova tecnologia, salários mais altos e um mundo meios cada vez mais interligados (...) não vai voltar para os Estados Unidos. Para eles,  até então os  produtos eram vendidos mais barato nos Estados Unidos, por serem feitos no  exterior, e, as empresas americanas também se beneficiam de acordos comerciais. (Fonte CNN)


"Não vejo nenhum benefício para nosso país, em tentar nos colocar de novo em nossa concha" disse o Senador John Cornyn  a CNN. 


Contudo, o opositor de Trump na campanha, o Senador Bernie Sanders, vê a ação do Presidente como algo positivo. Para ele a TPP (acordo de Parceria Transpacífica) ja estava morta e é hora de desenvolver uma nova política comercial e de ajudar as famílias trabalhadoras, e não somente as corporações multinacionais. 


E quanto ao Brasil e a América Latina?


Para Simão Davi Silber, professor de Economia Mundial da USP, essa ação abre caminho para a China, porque a criação da TPP tinha o intuito de de colocá-los para escanteio. Isso deve facilitar a negociação da China com o México, Colômbia, Peru e Chile, exposto hoje no jornal O Globo.


Segundo Eliane Oliveira (em O Globo) o Brasil se beneficiará na exportação de soja, açúcar, suco de laranja e carne bovina, além de incentivar ações entre o Mercosul e a União Européia. Para Lígia Costa, Professora especialista em direito comercial internacional na FGV, a negociação postergou por 25 anos a redução da tarifa automotiva, por exemplo. Além disso, abriu mercado para os EUA na Ásia. Os produtos agrícolas americanos  perdem com a saída do TPP. 


La repercussão de la  retirada dos EUA de la  Parceria Transpacific, feito e el dia 23 de janeiro 2017 por Donal Trump, está causando reacciones antagónicas. Para la prensa brasileña, los EE.UU. fuera del acuerdo, minunciosamente adaptada por el presidente Obama,  como una forma de contrarrestar la creciente influencia de China, imponiendo protecciones laborales, ambientales y de patentes, puede venir a ayudar al comercio exterior brasileño y segura, de chino.

 La prensa de Estados Unidos afirma que los hombres de negocios y políticos republicanos, de lo partido Trump, ver reaccionar negativamente, advirtiendo que esto podría debilitar el poder de la competitividad de los productos nacionales, ya que muchos se fabrican en otros países, por un valor más barato

 Las grandes empresas están aullando por que Trump está socavando su capacidad de vender a la gran mayoría de los consumidores del mundo.

Los republicanos han apoyado durante mucho tiempo el libre comercio, y ahora mismos se encuentran desgarrados entre un presidente proteccionista y una comunidad de negocios que ve la posición de Trump como separada de la realidad donde la nueva tecnología, el aumento de los salarios y un mundo cada vez más interconectado significa que muchos empleos de manufactura y de baja calificación no van a volver a Estados Unidos, que las mercancías se venden más barato en Estados Unidos, ya que se hacen en el extranjero, y que las compañías estadounidenses también se benefician de los acuerdos comerciales. (Fuente CNN)

Estos principios republicanos estaban en exhibición en la reacción al movimiento de Trump.

"No veo ningún beneficio en tratar de meternos de nuevo en nuestro caparazón como país", dijo el senador John Cornyn a CNN.




"No veo ningún beneficio en tratar de meternos de nuevo en nuestro caparazón como país", dijo el senador John Cornyn a CNN.


Sin embargo, el oponente de Trump en la campaña, el senador Bernie Sanders, lo ve como algo positivo. Para él, el TPP (Acuerdo de Asociación Transpacífico) ya estaba muerto.

"Ahora es el momento de desarrollar una nueva política comercial que ayude a las familias trabajadoras, no sólo a las corporaciones multinacionales", dijo Sanders en un comunicado. "Si el presidente Trump es serio acerca de una nueva política para ayudar a los trabajadores estadounidenses entonces yo estaré encantado de trabajar con él". (CNN)


¿Qué hay de Brasil y América Latina?


Para Simão David Silber, profesor de Economía Mundial de la USP, esta acción abre el camino a China, debido a la creación del TPP tenía la intención de seguralos. Esto debería facilitar la negociación de China, con México, Colombia, Perú y Chile, expuesta hoy en el periodico O Globo.


Según Eliane Oliveira (O Globo) Brasil se beneficiará con la exportación de soja, azúcar, zumo de naranja y carne  y fomentar las acciones entre el Mercosur y la Unión Europea. Para Ligia Costa, profesor especialista en derecho comercial internacional de la FGV, la negociación la negociación pospuesto por 25 años la reducción de la tarifa del automóvil, por ejemplo. Además, abiero el el mercado para los EE.UU. en Asia. Productos agrícolas estadounidenses pierden con la salida del TPP., que sería un mercado importante (Fonte O Globo)


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Woodland, arte de uma Minas Gerais moderna sô




Por Duda Fernandes 












E passeando pelo São Corado Fashion Mall, no Rio de Janeiro, eis que avisto em uma vitrine com remos e figuras tribais em madeira no estilo polinésio. Como sou praticante de canoa polinésia me fixei na imagem e quase como hipnotizada fui adentrando a loja, não sou muito chegada a isso faço o estilo consumidora flash, olho a vitrine rapidamente...






E lá dentro descubro moveis (arte) super bem acabados e com estilo, além de ter várias referências a outras duas adorações minhas o Rock and Roll e índios.  Uau! quem são? Família Dornelas, pai e filho, de Minas Gerais. 










Um atendimento  sem afetação, como é dado a algumas lojas de decoração, e acolhedor no estilo sinta-se em casa, bem mineiro, pode fotografas a vontade ;-)  Juro que não é jabá, não os conheço, mas gostei. Fica a dica.







 



http://www.woodland.com.br/