quinta-feira, 19 de abril de 2018

O Agro é Tech mas não é pop (popular) 8-(



O Agro é Tech, Agro é Pop, Agro é tudo... 

Tudo  mesmo um balaio de gato.



Por Duda Fernandes 
(Foto: Raquel Morais/ G1)


A Campanha "Agro é Tech, Agro é Pop, Agro é tudo" foi concebida pelas gerências de Marketing e de Comunicação da Rede Globo e vai até junho de 2018. Os vídeos de conceito, como o divulgado nesta quinzena, têm como objetivo tratar a importância dos produtos agrícolas e das coisas do campo para a sociedade brasileira. Os produtos agrícolas estão inseridos no dia a dia de todo cidadão urbano. Procuramos também sempre citar quantos empregos aquela atividade agrícola gera e quanto ela movimenta na economia (Fonte Portal G1)

(foto: Duda Fernandes) 


“A comunicação do agronegócio precisa se modernizar e mostrar toda a face tecnológica que envolve essa atividade”. A avaliação é do diretor de marketing da TV Globo, Roberto Schmidt. (Fonte: Startagro.agr.br ). O site que é um dos organizadores do GAF Talks, série internacional de encontros que discute as principais tendências do agronegócio expõe o alinhamento da TV Globo com a iniciativa pública nesta campanha: “Segundo Schmidt, em opinião também endossada pelo presidente da Embrapa, Maurício Lopes, o agronegócio tem que investir na construção de sua marca junto à população em geral, a fim de criar empatia e confiança. Aí mora um perigo uma iniciativa privada chancelando e sendo a produtora de uma campanha de interesse público (político). 


Segundo o site oficial do Governo Federal com um crescimento de 13%, o maior desde 1996, a agropecuária se beneficiou da supersafra de soja e milho, principalmente. Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o setor continuará crescendo em 2018, com expectativa de melhora no preço internacional dos produtos. (Fonte: Governo Federal).

http://www.fazendacanoas.com


Ok, há de se crer na boa intenção da campanha motivacional da Globo, em estimular a população, informando-a sobre os setores prósperos do país. Mas, como diz o dito popular “A propaganda é a alma do negócio”. Porém, não se pode abalar as fronteiras entre informação, com consumo ou entretenimento induzidos pela sedutora mídia, abatendo a formação crítica de uma sociedade, como nos alertou a Teoria Crítica da Escola de Frankfurt. Não se pode fundir agricultura com pecuária, corte de cana com abate de gado.


(Foto Duda Fernandes)


Ontem, no intervalo do Jornal Nacional, o tema da campanha "Agro é Tudo" era sobre os búfalos, além de queijos nos “fornecem” carnes. Búfalo nenhum fornece carne, mas, os  matadouros e seus distribuidores, os açougues. Ao termino do vídeo entra ainda uma vinheta expondo o patrocinador Carne Maturatta da Friboi- cuja população graças à Justiça e ao jornalismo, ficou ciente de suas negociação e ligações duvidosas com o setor público. Parece até uma piada de sites de humor. Patrocinado pelo açougueiro. E isso tudo vinculado/ envelopado em uma campanha charmosa, bem editada e roteirizada, com a assinatura do patrocinador quase que imperceptível, em um horário nobre. Dá-lhe Teoria Crítica, Dá-lhe Escola de Frankfurt.


(link da matéria no G1, o anuncio saiu ontem na Globo) 



(foto divulgação) 





Segundo ainda o site do G1, o Brasil é o maior exportador de carne no mundo: Em 2016, a receita atingiu os US$ 5,3 bilhões. No acumulado de 2017 o País abateu 30,83 milhões de bovinos, segundo dados oficiais do IBGE, o que representa uma alta de 3,8% frente ao observado no ano de 2016 (29,70 milhões de cabeças abatidas). (Fonte: farmnews).E isso é bom ou ruim? Somos o maior abatedouro do mundo? Isso é bom? Por que só nós ainda nos abastecemos com a desenfreada matança de animais em um país onde tudo dá? Onde temos uma gigante biodiversidade e curas medicinais. 





O Brasil ainda permite o transporte de carga viva, lê-se animais, para serem exportados em navios insalubres e muitos bois têm suas cabeças amaradas por cordas nas bordas dos barcos e seus corpos vão afundando e sendo arrastados mar adentro, como vimos recentemente em vídeos postados em redes sociais. 








Um outro vídeo publicado na Austrália expunha remadores, praticantes de canoa polinésia resgatando uma vaca no mar que conseguiu desesperada se jogar na água para tentar sobreviver. Ponto para a Prefeitura de Santos, cujo Prefeito Alexandre Barbosa sancionou nesta quarta feita (18/04/2018) o projeto de lei que proíbe o transporte de cargas vivas nas áreas urbanas e de expansão urbana de Santos, no litoral de São Paulo. Ufa! Que sirva de exemplo aos demais prefeitos do país.








Mas não relaxe muito não, dia 22 de Abril é dia da Terra, da terra... e parece que em  nosso país, com suas dimensões continentais, numa terra fértil, sem neve ou desastres naturais, de riqueza vasta e invejada tem um povo que insiste em destruí-la causando perigo ao planeta. E na contramão a Câmara dos Deputados prevê a regulamentação do exercício de caça no país. Trata-se do Projeto de Lei 6268/16 de autoria do deputado Valdir Colatto , membro da bancada ruralistaO projeto anula a Lei de Proteção à Fauna (Lei 5.197/67), que proíbe o exercício da caça profissional. Defensores do projeto de lei justificam que é preciso conter algumas espécies, pois são consideradas invasoras e oferecem perigos ao ecossistema. 






Ou seja, devasta-se a mata para criar pasto, para alimentar gados, para alimentar a população, o planeta e o bolso do tal agro (pecuária) negócio. Os bichos que sobram no entorno, que estão no seu habitat natural, devem volta e meia abater um ou outro boi para alimentação “própria” como é a lei da selva, e não como nós que abatemos em série. Mas, para este deputado da banca ruralista este é o problema, perder um boi ou outro, então mata-se o matador. Há lógica nisso? Se o tal deputado não quer o incomodo de conviver com os selvagens é mais recomendável mudar de ramo, ou quem sabe dentro de sua lógica surrealista "acimentar" todo o entorno, bingo. É bom nem brincar diante desta medonha realidade de humor negro ou duvidoso como tudo no Brasil.


Filme "Touro Ferdinando"
dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, concorreu ao Oscar 2018, soube entrar na questão do sofrimento animal de forma leve. Os pequenininhos sem trauma conheceram o que era um abatedouro, na sessão que fui todos perguntavam ;-) Ponto para ele!



Em  suma o Agro é Tech, Agro é Pop, Agro é tudo desde que tratado com transparência e apontando e estudando todo o leque de variáveis que estão inseridos dentro desta questão de forma ética e transparente. Não somos contra ao desenvolvimento da agricultura e de sua prosperidade. O ponto aqui é a forma em que se propaga para que possamos ter ciência para então debater, educar e preparar as novas gerações para que possam decidir o futuro que elas querem, tal qual a campanha das Nações Unidas implementada na Rio + 20: “ O Futuro que nós queremos”!




Cacique Raoni Rio + 20 (fotodivulgação) 

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Se você quer participar e assinar contra a autorização da caça de animais silvestres:


Referências:

(foto Duda Fernandes) 








Links para matérias que vão aliviar a sua alma e esperança:


(foto: Duda Fernandes) 



94% dos brasileiros querem viajar de forma sustentável em 2018!


Indústria e varejo podem crescer de forma sustentável:



ONU promove política pública inclusiva e sustentável no Piauí






terça-feira, 17 de abril de 2018

Salve Dona Ivone Lara


Dona Ivone Lara




"Não... pra que lamentar, o que aconteceu... era de esperar". 





Uma sambista? Para nós era um dos vários talentos dela. Ela era uma poetisa das grandes, letras memoráveis. Sambas intermináveis. Todo o nosso respeito a dama do samba. Ah ser mulher, negra e de comunidade era apenas um detalhe diante do seu tamanho gigante, de sua sensibilidade, de seu sorriso largo, compaixão e serenidade. 




Toda a nossa reverência a dama do samba, todo o nosso respeito a essa mulher forte, doce e carinhosa. Viva e saudações a Dona Ivone Lara que parecia uma mãe de todos. Salve, Salve! Não pra que lamentar....💐💐 A senhora foi um sonho nosso!! 




















segunda-feira, 16 de abril de 2018

Foto sobre a Crise na Venezuela ganha o prêmio World Press Photo 2018.



Ronaldo Schemidt vence a 61ª Edição do World Press Photo com a fotografia "Crise na Venezuela". 

A premiação aconteceu no dia 12 de abril de 2018 em Amsterdam (Holanda) e segue para Portugal, a partir do dia 27 deste mês, no Hub Criativo do Beato.

Ronaldo Schemidt vence la 61ª edición del World Press Photo con la fotografía "Crisis en Venezuela". 

La entrega de premios tuvo lugar el 12 de abril, 2018, jueves, por primera vez se celebró en Amsterdam (Holanda) y se va a Portugal, desde el 27 de este mes, el creativo Beato de concentradores.




Os meus pensamentos estão com Victor Salazar", disse esta noite Ronaldo Schemidt, pouco depois de ser anunciado como o grande vencedor do World Press Photo. Victor Salazar Balza, de 28 anos anos e é a tocha humana  da imagem captada pelo fotojornalista venezuelano para a  Agencia France Press. 


Em 1955, um grupo de fotógrafos holandeses organizou um concurso internacional (“World Press Photo”) para expor seu trabalho a um público global. Desde então, o concurso tornou-se o mais prestigiado do mundo e, através do nosso bem-sucedido programa de exposições em todo o mundo, segundo a própria Fundação World Press Photo. 




"Mis pensamientos están con Victor Salazar", dijo esta noche Ronaldo Schemidt, poco después de ser anunciado como el gran ganador del World Press Photo.Victor Salazar Balza, de 28 años y es la antorcha humana de la imagen captada por el fotoperiodista venezolano para la Agencia France Press.

En 1955, un grupo de fotógrafos holandeses organizó un concurso internacional ("World Press Photo") para exponer su trabajo a un público global. Desde entonces, el concurso se ha convertido en el más prestigioso del mundo y, a través de nuestro exitoso programa de exposiciones en todo el mundo, según la propia Fundación World Press Photo.

https://www.worldpressphoto.org/

Fonte:

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Para quem quiser apoiar a Venezuela de uma forma prática aqui estão alguns links de movimentos  que atuam pela causa: 



Para quien quiera apoyar a Venezuela de una forma práctica aquí hay algunos enlaces de movimientos que actúan por la causa:



https://doar.acnur.org/acnur/venezuela.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=Venezuela_Imagine
https://www.hrw.org/americas/venezuela

http://www.acnur.org

http://www.refworld.org.es/






quarta-feira, 28 de março de 2018

O Rio de Janeiro entra no calendário de shows do Dia Mundial do Jazz





Esperanza Spalding
no Dia Mundial de Jazz 2017 em Cuba. 









"O jazz tem o poder de fazer as pessoas esquecerem suas diferenças e se unirem ... O jazz é a personificação da transformação de circunstâncias esmagadoramente negativas em liberdade, amizade, esperança e dignidade"








Quincy Jones



Celebrar o estilo musical único que o jazz representa, sensibilizar a comunidade internacional para a necessidade de diálogo intercultural e compreensão mútua são os fatores que levaram a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura – UNESCO- em transformar o dia 30 de Abril no Dia Mundial do Jazz.






                                     
Em novembro de 2011, a UNESCO nomeou oficialmente o dia 30 de Abril como o Dia Internacional do Jazz para destacar o poder diplomático que este estilo musical tem de unir pessoas em todos os cantos do globo. Assim, shows, jam sessions e encontros inusitados entre artistas acontecem em praticamente todo o globo terrestre.




“Desde suas raízes na escravidão, o jazz levanta uma voz apaixonada contra todas as formas de opressão falando a linguagem da liberdade, que é fundamental em todas as culturas"



IRINA BOKOWA - diretora geral da UNESCO







O International Jazz Day é presidido e liderado por Irina Bokova- Diretora Geral da UNESCO, pelo lendário pianista e compositor Herbie Hancock- que atua como Embaixador da UNESCO no Diálogo Intercultural e pelo Thelonlous Monk Institute of Jazz. Cada ano um país recebe o evento oficial. Em 2017 foi Cuba  que contou com 50 renomados nomes do jazz representado os seus países, o embaixador do Brasil foi Ivan Lins.












Russia












Austrália



Neste ano de 2018 a cidade anfitriã será São Petersburgo, por ser a única na Federação Russa a abrigar desde 1989 a  Jazz Philharmonic Hall. Em 2019 a escolhida para receber o evento foi Sydney na Austrália representando Mount Gambier- que abriga o maior festival de jazz juvenil do mundo. Adelaide considerada pela UNESCO como a cidade criativa para a música também é uma credencial para a Austrália.






 “ Nós todos queremos viver no mundo do jazz onde nós todos trabalhamos juntos, sem medo de ter chance e nos expressar”




Herbie Hancock






No mundo 






Em se tratando de um evento das Nações Unidas a abrangência é planetária, apolítica e multicultural. São cerca de 190 países, alguns destes tendo shows simultâneos em diversas cidades. 


Os países campeões neste quesito são: República Dominicana, Espanha, Portugal, Inglaterra, Itália, México, Alemanha, França, Japão, Austrália, e Estados Unidos berço do jazz onde shows serão realizados em várias capitais em diversos formatos: clubes de jazz, bares, museus e estádios, dentre outros. 








Em Nova Iorque a  Saint Peter’s Church  fará um tributo aos 100 anos de contribuição dos nomes do jazz americano aos musicais da Broadway. Dentro os homenageados estão Dizzy Gillespie, Thelonius Monk, Fatos Waller, JC Johnson, Ella Fitzgerald, Louis Armstrong, Sarah Vaughan, dentre outros.



Itália 

Portugal



















Argentina, África do Sul, Marrocos, Armênia, Turquia, Emirados Árabes, Cabo Verde, Chile, Colômbia, Equador, El Salvador, Republica Dominicana, Hungria, Indonésia, Laos, Lituânia, Mali, Malta, Haiti, Nicarágua, Namíbia, Jamaica, Quênia, México, Peru, Serra Leoa, Togo, Trinidas e Tobago, Tanzânia e Venezuela, dentre outros, dão o tom da dimensão da festa.


Armênia

Quênia 

Chile












No Brasil 



No Brasil as cidades que participarão serão João Pessoa (Paraíba), Americana (SP), Brasília (DF), Caxias do Sul (RS), Itajaí (SC), Manaus (Amazônia), Santos (SP) e pela primeira vez o Rio de Janeiro!!









Por incrível que pareça o berço do samba, que é primo do Jazz, como atesta o documentário “Samba e Jazz”, de Jefferson Mello, o Rio de Janeiro nunca esteve no roteiro.Felizmente a produtora Teca Macedo nos salvará, com shows de artistas nacionais, mantendo o alto padrão dos demais concertos no mundo afora. As apresentações serão no Blue Notes (RJ), local ideal, afinal a matriz em Nova Iorque é lendária e faz parte da história do jazz mundial. O evento acontecerá a partir das 21:00 e claro no dia 30 de Abril. 



Piano Orquestra










Estarão lá-  Piano Orquestra, Carlos Malta, Claudio Dauelsberg, Gabriel Grossi, Luiz Otávio, Ney Conceição, Pandeiro Republique Duo, Raul Mascarenhas, Renato Massa, Robertinho Silva e a participação especial do grupo de crianças “Favela Brass” e da “Percussão na Maré”, provenientes de ONG`s que promovem a educação através da música.



Gabriel Grossi 



O poder da unificação da musica com comprovação cientifica. 




Em recente pesquisa feita por Harvard University, uma colaboração entre o pesquisador de psicologia Samuel Mehr, o estudante de biologia evolutiva humana Manvir Singh, os alunos Luke Glowacki e Hunter York, e o professor associado de psicologia Max Krasnow, sugere que não apenas a música está profundamente enraizada na natureza humana, mas que alguns tipos de canções transcendem as fronteiras culturais. O estudo é descrito em um artigo de 25 de janeiro na Current Biology.


Em seu primeiro experimento os pesquisadores Mehr e Singh analisaram 750 internautas de 60 países que ouviram trechos de 14 segundos de músicas. No total, os participantes ouviram mais de 26.000 trechos e forneceram mais de 150.000 avaliações (seis por música). 

Apesar da falta de familiaridade dos participantes com as sociedades representadas, a amostragem aleatória de cada trecho, sua duração muito curta e a enorme diversidade dessa música, as avaliações demonstraram que os resultados são consistentes com a existência de ligações universais entre forma e função na música vocal, independente da cultura, dizem os pesquisadores.



"Apesar da diversidade impressionante de música influenciada por inúmeras culturas e disponível para o ouvinte moderno, nossa natureza humana compartilhada pode estar subjacente às estruturas musicais básicas que transcendem as diferenças culturais", diz Samuel Mehr (@samuelmehr)  Universidade de Harvard.





"Mostramos que nossa psicologia compartilhada produz padrões fundamentais na música que transcendem nossas profundas diferenças culturais", acrescenta o co-primeiro autor do estudo Manvir Singh, também de Harvard. Mehr e Singh dizem que uma das descobertas mais intrigantes diz respeito à relação entre canções de ninar e canções de dança. As músicas de dança eram geralmente mais rápidas, ritmicamente e melodicamente complexas, e percebidas pelos participantes como "mais felizes" e "mais excitantes"; as canções de ninar, por outro lado, eram mais lentas, ritmicamente e melodicamente simples, e percebidas como "mais tristes" e "menos excitantes".







Álvaro e Kiko Fernandes com os jazzistas Marcelo Martins e Antônio Adolfo no Blue Notes (RJ). 


No Brasil quem já vem trilhando nesse campo de estudo é o Professor e Produtor Musical, Kiko Fernandes: “o intenso prazer que se sente ao escutar música provoca no cerebro a liberação de dopamina, um neurotransmissor que serve para avaliar ou recompensar prazeres específicos associados à satisfações extrema já experienciadas, tal qual chocolates, drogas..." de acordo com um estudo publicado na revista científica Nature Neurosciencia.  Kiko da aula de Produção Publicitária em Rádio na PUC/RJ.



Uma pesquisa feita pela Universidade Mc Gill (Canadá) avaliando a reação de um grupo de voluntários ao serem impactados por um anúncio, vem estimulando novas pesquisas para compreensão da música em rituais religiosos, na propaganda, nos filmes ou seriados entre outros e sua influência na emoção, explica Kiko. O estudo levou em consideração as reações do pesquisador como a liberação de dopamina, batimentos cardíacos, frequência respiratória e temperatura corporal. O que sentimos e tratamos no sentido figurativo “essa musica me arrepia até o cabelo”,” não consigo parar de cantar”, ou mesmo o gesto de tocar guitarras imaginarias estão todas embasadas, ok fãs?


Portanto amigos da boa música curtam esta experiência epistemológica. Bons Shows, Bons Sons... 


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INFORME

 Pagina Oficial


Lista de todos os locais em que ocorrerão shows pelo Dia Mundial do Jazz


Rio de Janeiro








 ESTUDOS 


Havard



Livro- “ A Memória no seu celebro- uma obsessão humana”, Daniel de Levitin.

Kiko Fernandes- (artigo publicado na Revista Chilena Bienestar y Salut)